Nesta aula, os alunos, de posse de seus Chromebooks, passaram suas produções textuais a limpo, para o meio digital.
O professor leu muitos dos textos, fez as devidas correções, bem como, orientou as alterações necessárias.
REGISTRO DA PRÁTICA (Diário de Classe e Notas de Aula), do
Professor Donarte Nunes dos Santos Júnior,
E.M.E.F. PORTO NOVO,
Prefeitura de Porto Alegre – SMED/ RME
Nesta aula, os alunos, de posse de seus Chromebooks, passaram suas produções textuais a limpo, para o meio digital.
O professor leu muitos dos textos, fez as devidas correções, bem como, orientou as alterações necessárias.
Nesta aula, de posse de seus Chromebooks, os alunos investiram no desenvolvimento de suas produções textuais, escritos que consistiam na criação de um "caso policial" que é "resolvido" pela indução!
Nesta aula, em seus cadernos (1ª versão) e nos Chromebooks (2ª versão), os alunos trabalharam em suas produções textuais!
Nesta aula, o professor distribuiu os Chromebooks para os alunos, e, solicitou a seguinte atividade...: os estudantes deveriam pesquisar casos resolvidos pelo personagem Sherlock Holmes, de Arthur Conan (1859-1930), e, com base neles, criar o seu próprio "caso policial".
Entretanto, a solução para este caso criado, inventado, deveria usar um pensamento indutivo.
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| Aspecto da quadro magnético da aula. |
Aula na qual o professor conversou com os estudantes no sentido de orientá-los para o presente Ano Letivo!
Logo no início da aula, o professor solicitou que os estudantes dessem suas respostas à seguinte questão:
"Leia novamente os itens da aula passada e responda qual deles mais lhe chama a atenção e por quê?"
Feito isso, o professor deu sequência à identificação listada e aos elementos respectivos do nascimento da ciência moderna.
Entretanto, às 9h20min., os alunos foram encaminhados à atividade relativa ao "Adote um escritor", que se desenvolveu no pátio da escola.
Aspectos do quadro da aula, podem ser observados na fotografia abaixo:
Tomando por base "HART-DAVES, Adam. O livro da ciência. São Paulo: Globo, 2016, p. 14", o professor preferiu aula expositiva dialogada sobre o "Nascimento da Ciência Moderna", para que os alunos saibam:
"Analisar e utilizar interpretações sobre a dinâmica da Vida, da Terra e do Cosmos para elaborar argumentos, realizar previsões sobre o funcionamento e a evolução dos seres vivos e do Universo, e fundamentar e defender decisões éticas e responsáveis.": "história e filosofia da ciência" (conforme "BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC): educação é a base. Brasília, DF: MEC/CONSED/UNDIME, 2018, p. 556. Fonte: Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>).
Abaixo, o aspecto do quadro magnético da aula:
Alunos, desde os Chromebooks da escola, iniciaram a leitura de "Um estudo em vermelho", de Arthur Conan Doyle (1859-1930).
Alguns alunos, nomeadamente Arthur Maciel, em conversa com o professor, deixaram bem claro que já leram o Capítulo 1, conforme solicitado há dias atrás. Estão de parabéns, e, assim, já vão adiantar, hoje, a sua leitura em muito, adentrando no Capítulo 2 ("A CIÊNCIA DA DEDUÇÃO").
O livro pôde ser acessado na publicação relativa à aula anterior, na barra lateral deste blog, ou, nos Links logo abaixo:
O professor desenhou, no quadro magnético, os infográficos disponíveis nas aulas sobre indução e dedução. Após os alunos terem copiado, o professor fez a leitura dos mesmos, com as devidas explicações e aprofundamentos.
Feito isso, os alunos receberam a tarefa de, eles próprios, elaborarem raciocínios indutivos e dedutivos perfeitos.
Enquanto os alunos construíam seus silogismos, o professor chamava, um a um, até a sua mesa para orientar a formulação do problema de pesquisa, etapa que se seguirá na "Pesquisa de Iniciação Científica", iniciada no trimestre passado.
O professor retomou as últimas de modo breve. Em seguida, após solicitar que os alunos elaborassem a sua autoavaliação, passou a fazer o fechamento dos conceitos, chamando aluno por aluno em sua mesa para cobrar os detalhes finais, as entregas, tarefas e atividades.
O professor retomou a última aula. Em seguida, o professor ministrou aula expositiva dialogada sobre a dedução, pensamento dedutivo. Explicou que o raciocínio dedutivo, diferentemente do indutivo é aquele que:
- parte do mais geral
- em direção ao menos geral
- até chegar o particular
Assim, o professor deu aquele clássico exemplo de dedução:
- Todos os homens morrem
- Sócrates é homem
- Sócrates é mortal
É interessante, para retomar, ver as definições, abaixo, retiradas do Dicionário de Filosofia Ferrater Mora:
De sua parte, os alunos mostraram anotações com registros por escrito sobre vários elementos e curiosidades apresentados pelos fatos que eles estão apreciando.
O professor orientou que a observação seja feita ainda por mais uma semana, para que, assim, dela, da observação mesma, surja uma curiosidade ainda maior, e, consequentemente, uma pergunta, um questionamento, que será o problema.
A respeito disso ainda, sobre a importância da observação, sobre o quanto ela tem que ser minuciosa, detalhista, feita com atenção, e, sobre o quanto ela pode demandar tempo e levar a grandes descobertas, é interessante ler o material disponível, ::: AQUI :::. Ele conta como o geógrafo grego, Eratóstenes de Cirene (276 a.C.-194 a.C.), à partir da observação, não só provou que a Terra era uma esfera, como também calculou a sua circunferência.
A aula seguiu com exposição dialogada sobre o método indutivo, sobre o raciocínio indutivo e o conceito de indução: o professor citou parte de um material didático, que está disponível para consulta, ::: AQUI :::, no qual afirma-se que Albert Einstein (1879-1955), "entendia a ciência como algo em evolução. Primeiramente, ele observava os fatos e procurava compreendê-los. Depois de entendê-los, tentava justificá-los e demonstrá-los pelo método experimental, essencialmente indutivo." (MACHADO, 2003, p. 13.).
Com base nisso, o professor ministrou aula expositiva dialogada sobre a indução, o pensamento indutivo. Feito isso, o professor perguntou o que os alunos entendiam por indução. Em diálogo com os alunos o professor explicou a três formas de entender a indução, a saber:
- indução como "induzir", "aconselhamento que leva alguém a um ato", "induzir ao erro", por exemplo,
- indução como "condução térmica" ou seja, "transmissão de calor",
- indução como raciocínio, silogismo e método científico essencialmente empírico.
O professor se deteve muito mais na explicação relativa à indução como a tentativa de justificação e demonstração, pelo método experimental, de algum fenômeno ou fato da natureza; método usado por quase todas as ciências (disciplinas escolares), tirante a Matemática - que usa o método hipotético-dedutivo (obs.: a dedução será vista na próxima aula).
Foi trazido pelo professor a questão de que o método indutivo parte do menos universal, da observação daquilo que é particular, e, com base nele, busca chegar ao mais universal, o generalizante e mais abrangente. Deste modo, deu-se relevo ao fato de que a indução perfaz trajeto, por assim dizer, ascendente (vide ilustração abaixo, que apresenta um silogismo indutivo não tão bem feito):
Foi dado como exemplos, também, o clássico "todos os cisnes são brancos", com a consequente explicação da descoberta, posterior, de cisnes negros, na Austrália.
Foi passado, ainda, no quadro de giz, o melhor exemplo de silogismo indutivo, o muito bem formado, silogismo abaixo, retirado de "MORA, José Ferrater. DICIONÁRIO DE FILOSOFIA. Tomo II. São Paulo: Loyola, 2001, p. 1493":
Em seguida, aos alunos foi solicitado que eles mesmos elaborassem seus próprios silogismos indutivos, tendo a correção ficado para a próxima aula.
Nesta aula, o professor solicitou que os estudantes apresentassem o objeto de estudo, objeto de pesquisa, fato, extraído da natureza ou da sociedade, que, partindo do páthos (espanto, curiosidade, interesse) do aluno, passará a ser o alvo da "Pesquisa de Iniciação Científica" do 3º trimestre.
Abaixo identificação listada de cada um deles:
ALYSSON DO NASCIMENTO AGATTI: não apresentou
ARTHUR MACHADO DA SILVA MACIEL: o lixo do lanche
BIANCA ALVES DA CUNHA: não apresentou
CRYSTAL NATHALY DE LILLA DIAZ: não apresentou
DAVI SILVEIRA DA SILVA: não apresentou
GUSTAVO MARCELINO PEREIRA: faltou
JULIA GOMES DE QUADROS: não apresentou
JULIANO SILVA DO AMARAL: não apresentou
KEVIN GABRIEL COIMBRA LEITÃO: faltou
LARISSA SILVA GOMES: não apresentou
NAIARA SOFIA DE MATOS POCAÍ: não apresentou
NICOLE SOARES DE OLIVEIRA: faltou
OSMARY ANDRIELE CAMARGO ALVES: não apresentou
PABLO ZANATTA GONÇALVES: segurança no trânsito (o respeito à faixa de pedestres)
PAOLA DA SILVA ANTONIO: não apresentouRAFAELA REGINATTO DANIEL: não apresentou
THAINÁ DA SILVA VIEIRA: não apresentou
VANESSA COLARES TEIXEIRA: não apresentou
WITALLY GABRIEL VERCH FERNANDES: não apresentou
YASMIN NICOLE MACHADO PERCHERON: não apresentou
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| Aspecto dos estudantes lendo material versando sobre método científico. |
O material pode ser revisitado, ::: AQUI :::.
À medida em que liam, os alunos faziam anotações em seus cadernos, enfim, estudavam!
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| Aspecto dos alunos lendo em seus smartphones e chromebooks: letramento científico através de leitura de obra especializada. |
Nesta aula também houve a seguinte combinação: para a próxima aula, cada aluno deve trazer, com base em algum espanto seu (páthos), um fato (social ou natural), enfim, um fato que queira observar melhor para fins de constituir a "Pesquisa de Iniciação Científica".
A pesquisa usará o Método Científico, por nós longamente estudado, a saber:
→ partindo de uma espanto, interesse (páthos (início propriamente dito da Ciência)) o aluno deverá buscar um
→ fato natural (fato que aconteça na Natureza) ou fato social (fato também que ocorra no meio social)
→ sobre esse fato, o aluno fará observações (i)
Obs.: a observação é feita com os olhos, e, também, com registros fotográficos, desenhos, gravações de vídeos e áudio, por exemplo.
→ feito isso, a respeito do fato, será elaborado um problema (ii)
Obs:. o problema é sempre uma pergunta, termina, portanto, com um ponto de interrogação (?).
Ex.: "por que partes do bairro ainda são usadas para descarte de lixo?"
→ após essa elaboração, o estudante deverá construir algumas hipóteses (iii)
Obs.: a hipótese, ou ainda, as hipóteses, são as possíveis respostas para o problema elaborado.
Ex.:
- hipótese 1: "o bairro ainda é usado para o descarte de lixo, porque pessoas de lugares distantes vêm até aqui para fazer isso".
- hipótese 2: "os próprios moradores do bairro que descartam seus lixos nas proximidades do arroio do bairro".
→ com essa etapa concluída, um experimento (iv) deverá ser montado.
Obs.: o experimento é uma forma de reproduzir o fato anteriormente observado, bem como, as suas variáveis, ou seja, é a ocasião na qual os detalhes serão mais bem observados e analisados.
→ a análise dos resultados (v) é, como o nome já diz, a parte onde o estudante analisa, separa, detalha, é aquilo que emerge do experimento, o que o experimento permite mostrar e evidenciar.
→ feito isso o estudante passa para a etapa de elaboração de conclusões (vi), que são as explicações finais, excluindo as hipóteses que se mostraram falsas.
→ o experimento é novamente testado: repetição do experimento (vii), talvez até por outros colegas...
→ fim: o aluno procura elaborar um texto que seria a publicação científica (viii).
Estas são as 8 ("oito") etapas do Método Científico que o aluno da turma 72 deverá seguir para concluir a sua "Pesquisa de Iniciação Científica".
Através da técnica da Leitura Colaborativa, o professor leu parte do capítulo 7 para os alunos.
Ao longo da leitura, os esclarecimentos e aprofundamentos eram feitos, bem como, as dúvidas eram tiradas.
Nesta aula, nos momentos iniciais, o professor fez uma fala retomando alguns aspectos da primeira aula do Ano Letivo; aula na qual o professor fez uma fala no sentido de instigar os alunos a estudarem com amor.
Em seguida, o professor passou à avaliação das tarefas solicitadas para o período de recesso.
O resultado disso, pode ser visto, ::: AQUI :::.
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| Aspecto dos alunos da turma 72 ampliando seu letramento cientifico por meio da leitura. |
À medida em que liam, os alunos aproveitavam para perguntar significações a respeito do que estava escrito, e até mesmo com relação ao vocabulário.
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| Alunos destaque da semana! |
Para guiar este estudo, o professor distribuiu uma folha com perguntas orientadoras, que deveriam ser respondidas ainda em aula.
Tal material pode ser revisitado, :::AQUI:::!
Nesta aula, os estudantes escolheram o livro a ser lido durante o 2º Trimestre.
Em sala de aula e de posse dos chromebooks da escola, os alunos acessaram o Blog "Registro da Prática"/ Turma 72 - Iniciação Científica, leram a publicação que apresenta as sinopses das obras sugeridas, bem como, de seus autores. Feito isso, cada um dos estudantes acessou o "formulário de votação" e registrou o voto no livro escolhido/ preferido.
Assim, como se pode ver, abaixo, com 88,9% dos votos, o livro "O mundo assombrado pelos demônios", de Carl Sagan, foi o escolhido!
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| Print Screen que apresenta o resultado da votação da leitura do trimestre. |
Ao repassar a leitura sobre o livro supracitado, bem como, acerca de seu autor, o professor ainda aproveitou para explicar:
→ O que é pseudociência?
→ O misticismo e a sua posição quase que diametralmente posta à da ciência
→ Racionalismo, o que é afinal?
Curiosidades:
→ As discussões sobre pseudociência levaram a comentários que trouxeram aspectos da Astrologia e sobre o "canal", do Youtube, "Metafornado"...:
- Para ir além, ler: As verdades inconvenientes sobre a astrologia
Prezados estudantes,
para guiar, ou ainda, embasar os nossos estudos ao longo do 2º Trimestre, temos 04 ("quatro") sugestões de leitura.
Abaixo, cada uma delas é apresentada, bem como, seus autores, e, ao final, há um Link que encaminha a um Site de votação, onde o livro mais votado por vocês será o adotado.
Então, sugiro que vocês leiam atentamente cada uma das opões para formularem um "voto", uma escolha relativa a qual livro vocês gostariam de ler ao longo das próximas aulas.
OPÇÃO 1 DE 4:
"Só pode ser brincadeira, Sr. Feynman", Richard P. Feynman
O LIVRO
Richard Feynman foi um gênio incomum. Espirituoso, ele conta os casos mais engraçados e excêntricos desde a infância, quando já se mostrava um menino engenhoso e brincalhão, até o momento em que recebeu o prêmio Nobel, com a personalidade desafiadora e fora dos padrões que o tornou extremamente popular dentro e fora da área acadêmica. Suas palestras sobre física, um marco na vida de outras personalidades extraordinárias, como Bill Gates ― que assina uma breve introdução neste livro ―, encantaram gerações de estudantes e outros interessados em conhecimento científico de uma maneira geral.
A notável capacidade intelectual de Feynman se iguala ao seu impulso por aprender: instrumentos musicais, pintura, línguas, comportamento humano, biologia... o físico parece uma máquina de absorção de conhecimento, capaz de entender e explicar o mundo de forma inusitada aos seus leitores.
Entre as muitas histórias curiosas reunidas nesta edição, destacam-se os episódios em que ele trocou ideias sobre física atômica com Einstein, quebrou o segredo de cofres que continham informações sobre o programa nuclear, deu aulas e desfrutou do Carnaval no Brasil. Narrador inteligente e bem-humorado, Feynman mostra por que é um dos intelectuais mais adorados de sua geração e até hoje fascina todos aqueles apaixonados por ciências.
O AUTOR
Richard Phillips Feynman (Nova Iorque, 11 de maio de 1918 - Los Angeles, 15 de fevereiro de 1988) foi um físico teórico norte-americano do século XX, foi um dos pioneiros da eletrodinâmica quântica e ficou conhecido pelos seus trabalhos no ramo da formulação integral da mecânica quântica. Pelas suas contribuições para o desenvolvimento da eletrodinâmica quântica, Feynman recebeu o Nobel de Física em 1965 junto ao Julian Schwinger e Shin'ichiro Tomonaga. É irmão mais velho da astrofísica Joan Feynman.
OPÇÃO 2 DE 4:
"O Universo numa casca de noz", de Stephen Hawking
O LIVRO
"O Universo numa Casca de Noz [...] é um livro sobre física teórica escrito pelo renomado físico Stephen Hawking. Voltado explicitamente ao público leigo, apresenta, de forma clara e sem o uso de matemática, as principais ideias antes e hoje debatidas pelos físicos teóricos, abrangendo desde o microcosmo quântico até o macrocosmo universal; abordando desde a possibilidade de existência de partículas fundamentais ainda não detectadas, de buracos negros e de viagens no tempo, até o destino biológico e tecnológico da humanidade em um futuro não muito distante."
O AUTOR
"Stephen William Hawking (Oxford, 8 de janeiro de 1942 - Cambridge, 14 de março de 2018) foi um físico teórico e cosmólogo britânico, reconhecido internacionalmente por sua contribuição à ciência, sendo um dos mais renomados cientistas do século. Doutor em cosmologia, foi professor lucasiano emérito na Universidade de Cambridge, um posto que foi ocupado por Isaac Newton, Paul Dirac e Charles Babbage. Foi, pouco antes de falecer, diretor de pesquisa do Departamento de Mate
mática Aplicada e Física Teórica (DAMTP) e fundador do Centro de Cosmologia Teórica (CTC) da Universidade de Cambridge."
OPÇÃO 3 DE 4:
"O mundo assombrado pelos demônios", de Carl Sagan
O LIVRO
"Assombrado com as explicações pseudocientíficas e místicas que ocupam cada vez mais os espaços dos meios de comunicação, Carl Sagan reafirma o poder positivo e benéfico da ciência e da tecnologia para iluminar os dias de hoje e recuperar os valores da racionalid
ade. Como todos os livros do autor, O mundo assombrado pelos demônios está cheio de informações surpreendentes, transmitidas com humor e graça. Seus ataques muitas vezes divertidos à falsa ciência, às concepções excêntricas e aos irracionalismos do momento são acompanhados por lembranças da infância, quando seus pais o colocaram em contato pela primeira vez com os dois modelos de pensamento fundamentais para o método científico: o ceticismo e a admiração."
"Carl Edward Sagan (Nova Iorque, 9 de novembro de 1934 - Seattle, 20 de dezembro de 1996) foi um cientista, físico, biólogo, astrônomo, astrofísico, cosmólogo, escritor, divulgador científico e ativista norte-americano. Sagan é autor de mais de 600 publicações científicas e também de mais de vinte livros de ciência e ficção científica."
"Foi durante a vida um grande defensor do ceticismo e do uso do método científico. Promoveu a busca por inteligência extraterrestre através do projeto SETI e instituiu o envio de mensagens a bordo de sondas espaciais, destinadas a informar possíveis civilizações extraterrestres sobre a existência humana. Mediante suas observações da atmosfera de Vênus, foi um dos primeiros cientistas a estudar o efeito estufa em escala planetária.[5] Também fundou a organização não governamental Sociedade Planetária e foi pioneiro no ramo da exobiologia. Sagan passou grande parte da carreira como professor da Universidade Cornell, onde foi diretor do laboratório de estudos planetários. Em 1960 obteve o título de doutor pela Universidade de Chicago.Sagan é conhecido por seus livros de divulgação científica e pela premiada série televisiva de 1980 Cosmos: Uma Viagem Pessoal, que ele mesmo narrou e coescreveu. O livro Cosmos foi publicado para complementar a série. Sagan escreveu o romance Contato, que serviu de base para um filme homônimo de 1997. Em 1978, ganhou o Prémio Pulitzer de Não Ficção Geral pelo seu livro The Dragons of Eden. Morreu aos 62 anos, de pneumonia, depois de uma batalha de dois anos com uma rara e grave doença na medula óssea (mielodisplasia).Ao longo de sua vida, recebeu vários prêmios e condecorações pelo seu trabalho de divulgação científica. Sagan é considerado um dos divulgadores científicos mais carismáticos e influentes da história, graças a sua capacidade de transmitir as ideias científicas e os aspectos culturais ao público não especializado."
"O Livro da Ciência", escrito por vários autores especialistas em Ciências
O LIVRO
“'A ciência é uma busca continua pela verdade - uma luta perpétua para descobrir como o universo funciona [...]'. O livro da ciência, sétimo volume da coleção As grandes ideias de todos os tempos – da qual fazem parte os bests-sellers "O livro da filosofia" e "O livro da psicologia" - traz de maneira simples e acessível os principais nomes e conceitos que moveram a curiosidade humana desde o início das civilizações. Escrito por professores e pesquisadores, o livro apresenta biografias e citações de grandes pensadores, linhas do tempo com os principais acontecimentos de cada período, diagramas que apresentam teorias complexas e ilustrações divertidas. Seguindo o projeto editorial dinâmico de toda a coleção, O livro da ciência conta com gráficos e boxes que ilustram conceitos como a gravidade, as propriedades da luz, correntes elétricas e compostos químicos, além de destacar as máximas que permearam a evolução do conhecimento científico, introduzindo seus autores: Arquimedes, Copérnico, Francis Bacon, Isaac Newton, Alan Turing, Stephen Hawking, entre tantos outros. Dividido em seis partes, que vão desde 600 a.C. – “O começo da ciência” – passando por toda a evolução das principais teorias até chegar ao presente – “Pilares fundamentais” – o título conta ainda com um Diretório, que traz uma breve biografia das figuras mais importantes de cada área, e um Glossário com os termos científicos essenciais. Um apanhado completo para curiosos, estudantes ou quem deseja se aprofundar no assunto.
Adam Hart-Davis, editor e consultor: estudou Química nas universidades de Oxford, York e de Alabama, no Canadá. Passou cinco anos a editar livros científicos e há 30 que produz e apresenta programas de televisão e rádio sobre ciência, tecnologia, matemática e história. Escreveu 30 livros sobre ciência, tecnologia e história."
"John Farndon: é um escritor científico, cujos livros foram quatro vezes selecionados para o prêmio literário júnior de ciência da Royal Society e também escreveu para o prêmio da Society of Authors Education. Escreveu entre outros livros The Great Scientists e The Oceans Atlas. Contribuiu para os livros Science e Science Year by Year da DK."
"Dan Green: é autor e escritor científico. Tem um mestrado em Ciências Naturais pela Universidade de Cambridge e já escreveu mais de 40 livros. Recebeu duas menções honrosas para o prêmio da Royal Society Young Peaple's Book de 2013 e a sua série Basher Science vendeu mais de dois milhões de cópias."
"Derek Harvey: é um naturalista com interesse específico em biologia evolutiva e o autor de título como Science e The Natural History Book da DK. Estudou Zoologia na Universidade de Liverpool, ensinou uma geração de biólogos e liderou expedições à Costa Rica e a Madagascar."
"Penny Johnson: começou como engenheira aeronáutica, trabalhando em aviões militares durante doze anos, antes de se tornar professora de ciências e mais tarde editora, produzindo cursos didáticos de ciências para escolas. Há mais de dez anos que Penny se dedica a tempo inteiro à escrita educativa."
"Douglas Palmer: um escritor científico com residência em Cambridge, na Grã-Bretanha, publicou mais de 20 livros nos últimos 14 anos - recentemente, uma publicação (NHM Evolution) para o Museu de História Natural de Londres e o livro WOW Dinossaur da DK. É também professor no University of Cambridge Institute of Counting Education."
"Steve Parker: é autor e editor de mais de 300 livros informativos de ciência, especialmente biologia e ciências da vida. Tem uma licenciatura em Zoologia, é membro científico sênior da Zoological Society de Londres e autor de livros para várias idades e editoras. Steve já recebeu diversos prêmios, mais recentemente o UK School Library Association Information Book Award de 2013, por Science Crazy."
"Giles Sparrow: estudou Astronomia no University College de Londres e Comunicação Científica no Imperial College, em Londres, sendo autor best-seller de livros científicos e de astronomia. Os seus títulos incluem Cosmos, Spaceflight, The Universe en 100 Key Discoveries e Physis in Minutes, além de contribuir para a DK em livros como Universe e Space."
Após ter lido a apresentação das obras acima, bem como, de seus autores, clique no Link abaixo para entrar no "Google Formulários" e votar na obra que mais lhe interessa ler...:
::: CLIQUE AQUI PARA VOTAR :::
Prezados estudantes,
ao longo do 1º Trimestre, que se desenvolveu de de 21 de fev. até dia 31 de mai., estudamos uma série que conteúdos extremamente importantes quando estamos falando em "letramento científico" (cf. BNCC, 2018, p. 321). Focamos em uma
perspectiva, [da] área de Ciências da Natureza, por meio de um olhar articulado de diversos campos do saber, [visando] assegurar [a vocês,] alunos do Ensino Fundamental [,] o acesso à diversidade de conhecimentos científicos produzidos ao longo da história, bem como a aproximação gradativa aos principais processos, práticas e procedimentos da investigação científica. (BNCC, 2018, p. 321).
Deste modo, nos vimos:
► Os conhecimentos que antecedem os Conhecimento Científico:
→ Conhecimento popular
→ Saberes populares
→ Doxa
► Os conhecimentos que antecedem a Ciência propriamente dita: o nascimento da Ciência
→ Desde os gregos:
» o abandono do pensamento mítico:
- o Lógos
- o Kósmos
- a Arché
- a Physis
- e o Páthos
► As Etapas da Investigação Científica: as Etapas do Método Científico:
→ Observação de um fato na natureza
→ Formulação do problema
→ A elaboração da hipótese
→ Montagem e execução do experimento
→ A análise dos resultados
→ Elaboração das conclusões
→ Repetição do experimento
→ Publicação científica
Diante disso, estamos prontos para avançar nos estudos que compreendem a Iniciação Científica. Faremos isso, ao longo do 2º Trimestre, com o auxílio de uma leitura básica.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC): educação é a base. Brasília, DF: MEC/CONSED/UNDIME, 2018, p. 321. Fonte: Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf>. Acesso em 31 de mai., 2022)
MACHADO, Sídio. Biologia para o ensino médio: volume único. São Paulo: Scipionie, 2003, p. 13
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